Menu

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

AUMENTO DO PREÇO DO COMBUSTÍVEL: MAIS UMA PROVA DO QUANTO ESTAMOS NAS MÃOS DO GOVERNO

AUMENTO DO PREÇO DO COMBUSTÍVEL: MAIS UMA PROVA DO QUANTO ESTAMOS NAS MÃOS DO GOVERNO

Resultado de imagem para AUMENTO DA GASOLINA 2015

Texto publicado em 11/02/2015, por Rodrigo Gusmão de Lima, blogueiro do tendenciasdaadministracao.blogspot.com
O preço dos combustíveis aumentou consideravelmente e as reclamações por parte dos consumidores também. A revolta por parte da população é grande, afinal trata-se de um bem indispensável às atividades que o cidadão desempenha. 
Esse texto vem abordar o comportamento dos agentes econômicos, de modo a observar como produtores e consumidores reagem aquilo que o mercado lhes proporciona. Esse fato relacionado ao aumento do preço do combustível é propício para observarmos isso. Antes de dar continuidade a essa discussão, vale ressaltar que as respostas e estratégias traçadas por empresas e clientes são reações a uma determinação de um "terceiro" agente, que impõe suas regras, sem oferecer muitas vezes opções aos demais. Logicamente que estamos falando do Governo. Este aumentou as taxas de impostos em relação a gasolina e o diesel e os postos responderam a partir de um preço mais elevado ao consumidor. O Governo prever uma grande arrecadação com essa medida, cerca de 12,18 bilhões, mas não dá para negar o quanto isso irá afetar as pessoas. Os proprietários dos postos têm liberdade para formarem seus preços, porém, como manter esses como antes, diante de situação como essa? No fim, para que a conta "se feche" é necessário incluir nós, os consumidores, que pagamos cada vez mais caro por um produto tão importante.
Temos que dizer que para os postos de gasolina a situação também não é das melhores, afinal o cliente é sensível ao preço e apesar de grande da parte da população ter conhecimento que esse aumento tem forte contribuição do governo, é dos postos que o consumidor adquiri os produtos e inevitavelmente as receitas caem de modo considerável.
As empresas se vêm obrigadas a incorporar benefícios agregados ao consumidor e não são poucos os serviços que temos em muitos postos, serviços criativos, que há tempos atrás não faziam parte das estratégias dessas organizações. Por que será que esses benefícios foram incorporados? Por que as empresas resolveram investir em serviços que antes não ofereciam? Por que, mesmo a gasolina sendo um bem indispensável (as variações de seu preço não interferem tanto na demanda por parte do mercado), as últimas oscilações provocaram mudanças no comportamento de compra do consumidor, no qual este ao menos reduziu a frequência da aquisição do produto. A solução encontrada por boa parte dos postos foi ofertar para os clientes serviços que convencem os clientes em relação à compra.
Mais uma vez é evidente o poder que o Governo exerce na economia e no funcionamento de todo o mercado. As decisões por parte da "alta corte" geram quase sempre dificuldades para os demais agentes, ou não seria melhor dizer, "subalternos" da economia nacional? 

3 comentários: