FECHAR O ANO NO LUCRO É TUDO QUE UMA EMPRESA DESEJA!
O sucesso de toda organização depende invariavelmente da sua capacidade de gerar lucro. A análise de demonstrativos financeiros, como a DRE, evidencia a relevância de indicadores como lucro bruto e lucro líquido, sendo este último a representação do que de fato sobrou após todas as deduções de custos e despesas. Esse lucro líquido poderá ser reinvestido na empresa, bem como remunerar os sócios. Mas o objetivo deste texto não é tratar ou aprofundar na análise deste importante demonstrativo. O foco aqui é entender de que forma uma organização lucrativa em um determinado momento ou intervalo de tempo, não será necessariamente sustentável e com potencial de crescimento.
Pensemos sobre duas situações ou decisões corriqueiras que toda empresa convive:
1. decidir sobre a manutenção em uma máquina: é sabido que o investimento na manutenção de uma máquina é necessário, uma vez que a mesma apresenta problemas e seu mau funcionamento tem acarretado em perda de qualidade na produção. Porém, abdicar desse investimento poderá aumentar o lucro líquido no final do exercício em questão, afinal, o mesmo entraria em um demonstrativo de resultado como despesa, gerando redução no resultado líquido.
2. a oportunidade da contratação de um excelente colaborador é uma decisão relevante para a organização. Os ganhos que o mesmo poderá trazer são inúmeros, porém, não imediatos. Entretanto, abdicar de sua contratação no momento poderá manter as despesas no mesmo patamar, o que não trará redução no lucro líquido apurado ao fim do exercício.
O que quero tratar com isso, mais uma vez, é a nossa capacidade de analisar as questões econômicas e administrativas com mais profundidade e não nos tornarmos reféns de análises rasas e frias de números. Nos dois casos, a decisão mais fácil foi abrir mão dos investimentos e fechar o ano com um lucro líquido satisfatório. É comum as empresas optarem por riscos menores e o imediatismo e busca frenética por apresentar resultados contribuem para decisões superficiais e que não ajudam a empresa em seu crescimento sustentável. O lucro é obtido agora, mas abre-se mão de lucros maiores no futuro.
É indispensável a análise mais criteriosa, principalmente quando tratamos de investimentos, pois se estes trarão resultados (fluxos de caixa) maiores que seus custos de aquisição, encerram-se as dúvidas em relação a possíveis reduções no lucro líquido imediato. A proposta por resultados satisfatórios e duradouros deve ser levada em consideração e se sobrepor ao imediatismo.
Administração em foco
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
sexta-feira, 27 de julho de 2018
Experiência desagradável!
Por que as empresas cometem erros tão simples de serem evitados e causam com isso tamanha insatisfação em seus clientes? Não vem ao caso mencionar a referida organização, mas essa semana presenciei algo que me chamou atenção como Administrador. Uma grande empresa, que certamente tem seu planejamento bem definido, consegue se perder em questões simples.
De um pagamento até a retirada da mercadoria, cerca de trinta minutos se passaram. Isso mesmo, trinta minutos. Os processos se multiplicaram ao longo desse tempo e idas e vindas aconteceram em dois postos de trabalho, sendo um o caixa e o outro a expedição. Recebi do vendedor um documento, similar a uma nota fiscal. Apresentei o mesmo ao caixa , que recebeu o pagamento pela mercadoria. Me encaminharam com um outro documento ao posto de expedição, mas para minha surpresa não recebi os produtos, mas sim um outro documento para que a nota fiscal fosse scaneada por uma funcionária que até então não havia aparecido em nenhum outro momento. Essa, completamente perdida, assumiu a tarefa de scanear a nota fiscal, mas não tinha ideia que eram dois produtos, em notas diferentes, o que atrasou ainda mais o processo. Após a retirada das notas fiscais voltei a expedição para, enfim, receber os produtos. Olhei em volta e mais dois clientes passavam pelo mesmo transtorno e era visível a insatisfação e impaciência de ambos. Será isso o que as pessoas chamam de burocracia? Processos lentos, travados? Mas a Burocracia não existe para isso, mas sim para organizar e padronizar processos, tornando-os mais rápidos para todos.
A alta cúpula pode definir os objetivos e alinhar com os gerentes os planos necessários para o alcance do que foi almejado. Porem, é imprescindível que aqueles que vivem o dia-a-dia com os clientes estejam também alinhados, treinados e capacitados para que tudo ocorra como o planejado. Mas, sinceramente, tenho dúvidas se existe para esse caso algum planejamento e organização que visem tornar a experiência de compra dos clientes algo agradável ou pelo menos dentro da expectativa.
Por que as empresas cometem erros tão simples de serem evitados e causam com isso tamanha insatisfação em seus clientes? Não vem ao caso mencionar a referida organização, mas essa semana presenciei algo que me chamou atenção como Administrador. Uma grande empresa, que certamente tem seu planejamento bem definido, consegue se perder em questões simples.
De um pagamento até a retirada da mercadoria, cerca de trinta minutos se passaram. Isso mesmo, trinta minutos. Os processos se multiplicaram ao longo desse tempo e idas e vindas aconteceram em dois postos de trabalho, sendo um o caixa e o outro a expedição. Recebi do vendedor um documento, similar a uma nota fiscal. Apresentei o mesmo ao caixa , que recebeu o pagamento pela mercadoria. Me encaminharam com um outro documento ao posto de expedição, mas para minha surpresa não recebi os produtos, mas sim um outro documento para que a nota fiscal fosse scaneada por uma funcionária que até então não havia aparecido em nenhum outro momento. Essa, completamente perdida, assumiu a tarefa de scanear a nota fiscal, mas não tinha ideia que eram dois produtos, em notas diferentes, o que atrasou ainda mais o processo. Após a retirada das notas fiscais voltei a expedição para, enfim, receber os produtos. Olhei em volta e mais dois clientes passavam pelo mesmo transtorno e era visível a insatisfação e impaciência de ambos. Será isso o que as pessoas chamam de burocracia? Processos lentos, travados? Mas a Burocracia não existe para isso, mas sim para organizar e padronizar processos, tornando-os mais rápidos para todos.
A alta cúpula pode definir os objetivos e alinhar com os gerentes os planos necessários para o alcance do que foi almejado. Porem, é imprescindível que aqueles que vivem o dia-a-dia com os clientes estejam também alinhados, treinados e capacitados para que tudo ocorra como o planejado. Mas, sinceramente, tenho dúvidas se existe para esse caso algum planejamento e organização que visem tornar a experiência de compra dos clientes algo agradável ou pelo menos dentro da expectativa.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Empreender
Por que empreender?
Por que as pessoas têm buscado empreender? A busca por empregos que proporcionam a estabilidade ainda é uma obsessão, entretanto, isso foi mais forte em um passado recente. A mente do brasileiro tem mudado e seu desejo de criar e inovar em muito tem modificado seu pensamento. E é justamente esse ponto que quero frisar nesse texto. Apesar do ato de empreender está envolto em riscos, a possibilidade de poder implantar suas próprias ideias é a mola propulsora de quem deseja ter seu negócio.
Há quem diga que aquele que empreende tem mais condições de rentabilizar seu futuro, ainda que isso lhe custe muito esforço no início. Porém, esse não é o principal motivo que leva ao empreendedorismo. A liberdade de colocar em prática aquilo que se sabe e que se acredita como correto impulsiona as pessoas a arriscarem naquilo que ainda não sabem se dará certo. Além disso, as organizações tendem a oferecer pouca liberdade decisória e de participação aos colaboradores e isso, para quem deseja ter espaço para colocar em prática aquilo que sabe é decretar sua desilusão no trabalho.
A tendência é que o número de empreendedores cresça no Brasil, apesar da cultura de nosso país ainda estar distante do ideal no sentido de influenciar para essa prática. Os ensinamentos de nossas famílias e escolas ainda tendem a valorizar mais o emprego que apresenta “estabilidade” do que o ato de empreender que envolve risco, ainda que esses possam ser calculados.
A verdade é que para aqueles que desejam criar, tendo suas ideias colocadas em prática, o caminho será sempre o empreendedorismo, a menos que as organizações das quais fazem parte lhes dê condições de progredir no ato decisório, o que infelizmente ainda é um cenário longe de ser visto.
Texto escrito por Rodrigo Gusmão de Lima, blogueiro do tendenciasdaadministracao.blogspot.com, em 06/07/16.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
A hierarquia é necessária?
Até que ponto a hierarquia é benéfica às organizações? Trata-se de um assunto complexo que paira sobre a Administração. Primeiro porque a Administração herdou a hierarquia de organizações como a Igreja e Militarismo, portanto, querer mudar isso agora é difícil, afinal é um longo período de influência levado para as relações dentro das empresas.
É possível uma organização conduzir suas relações e processos internos sem a presença da hierarquia? A resposta para esse questionamento é óbvia, afinal a necessidade por poderes, delegação e controle é evidente para que todo planejamento seja implementado, resultando em objetivos conquistados. A discussão aqui tratada é mais profunda. Esse deve ser o pensamento de todo aquele que está inserido no contexto organizacional e que percebe o quanto o dinamismo imposto pelo mercado exige decisões mais rápidas e eficientes. Mas como conseguir isso se simples processos são travados por conta do excessivo zelo prestado à hierarquia? Enquanto a análise for rasa em sua concepção, de modo a admitirmos a utilidade da hierarquia – o que de fato procede, mas estacionado nesse ponto toda reflexão - teremos empresas engessadas, pouco inovadoras, limitadoras do potencial humano e com pessoas desmotivadas.
Em ambientes assim, ideias são abortadas e projetos cancelados, simplesmente porque o crivo para a aprovação é longo, o que retarda a implementação de ideias capazes de gerar resultados satisfatórios às empresas.
Ferramentas gerenciais já existem com o objetivo de reduzir os níveis hierárquicos, acelerando a comunicação e aproximando aqueles que estão mais próximos dos processos diários daqueles que exercem papel estratégico. Engana-se quem pensa que as grandes ideias partirão sempre da alta cúpula, negligenciando a capacidade daqueles que vivem o dia-a-dia e que percebem as necessidades dos consumidores. A necessidade por se ouvir mais é evidente e muito mais do que isso, ouvir e levar em consideração a opinião de todos, evitando o apego a algo que mais prejudica do que beneficia as organizações. A hierarquia tem a péssima característica de simplesmente anular a opinião de níveis inferiores e podemos pensar que isso não mais ocorre atualmente, afinal, os tempos mudaram e a valorização ao colaborador é maior. O problema é que em grande parte essa valorização restringe-se à teoria, sendo pouco vista na prática e o que continuamos a ver são empresas fadadas ao domínio quase que interminável de gestores que dificilmente perceberão o valor de se “quebrar” as regras existentes entre os níveis organizacionais.
Texto escrito por Rodrigo Gusmão de Lima, blogueiro do tendênciasdaadministracao.blogspot.com
sexta-feira, 3 de junho de 2016
DELEGAÇÃO: TODOS SABEM O QUE ISSO SIGNIFICA?
A ARTE DA DELEGAÇÃO
A arte de delegar não é algo fácil como pode parecer. Erroneamente, muitos acreditam que delegar é transferir a outrem uma determinada tarefa, findando ali sua responsabilidade. A delegação vai muito além de simplesmente transferir uma tarefa. Ao delegar temos que antes de tudo criar condições para aquele que está incumbido de uma nova tarefa possa desempenhar bem aquilo que esperamos, estando perto quando as dificuldades aparecerem, monitorando o trabalho e sobretudo elogiando quando da efetividade do que foi posto.
O grande pecado da delegação é querer se desafogar ao máximo do trabalho, ou seja, você delega porque não suporta mais a carga de trabalho que lhe está imposta e ao passar a tarefa para outro colega você está se livrando de um "problema". Contudo, a delegação consiste em passar para o outro a tarefa a ser feita, mas de modo algum a responsabilidade daquela ação será do outro, somente. Ao delegar você permanece com responsabilidade acerca daquela tarefa, tendo agora a facilitação de não mais exercer aquela tarefa, mas ainda responderá por ela. Isso ocorre principalmente quando os líderes delegam, afinal, o resultado final não será cobrado dos subordinados, mas primeiramente dos gerentes dos setores. O líder que delega e não mais monitora o trabalho, capacita o colaborador, motiva-o e se faz presente, corre o sério risco de ver aquela tarefa ser exercida de maneira incorreta, trazendo resultados não satisfatórios. Os gerentes serão cobrados por suas indicações e quem está acima deles irá questionar o porquê daquela delegação ter sido feita a determinado colaborador.
Diante disso, torna-se claro que a arte de delegar é um exercício contínuo de acompanhamento do trabalho. A delegação nos faz refletir acerca daquilo que é amplamente discutido atualmente dentro das organizações: a necessidade por lideranças participativas e muito menos de lideranças autocráticas. Aquele que recebe a delegação e sente-se constantemente apoiado, monitorado e retribuído em caso de eficiência do seu trabalho, tende a desempenhar bem sua nova função.
Que possamos refletir acerca de todas as situações em que delegamos e se estamos de fato DELEGANDO, com todas as atribuições que essa ação exige, ou se estamos simplesmente buscando o desafogo em nossos cargos.
Texto escrito por Rodrigo Gusmão de Lima, blogueiro do tendenciasdaadministracao.blogspot.com, EM 03/06/2016.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Qual o papel dos gerentes?
Como deve ser a atuação daqueles que ocupam cargos de gerência nas organizações? Parece um questionamento simples de ser sanado, afinal, o papel dos gerentes é o de comandar seus setores, definir objetivos, criar condições para que as ações sejam realizadas, acompanhar as atividades do dia-a-dia e controlar os resultados alcançados. Mas de fato, tudo isso é cumprido? Qual dessas tarefas é mais árdua? Qual exige mais disciplina?
Planejar e definir metas, assim como controlar resultados são relevantes para os gerentes, entretanto, essas ações são realizadas com suportes maiores em termos de tecnologia e pessoas, por exemplo. É possível planejar a partir de reuniões e softwares sofisticados na área de TI, bem como os controles são facilitados a partir de ferramentas que apresentam resultados muitas vez pré-finalizados.
Mas as ações do dia-a-dia, as rotinas e atividades que são exaustivamente repetidas? Como criar condições para que elas sejam realizadas e o mais difícil, como acompanhá-las de perto? E quando as gerências desconhecem a importância disso e negligenciam essas funções, "desfrutando" muitas vezes do priveilégio de somente planejar e controlar? É com tristeza que digo isso, mas é a mais pura realidade. Muitos gerentes agem de maneira distante aos seus colaboradores e funções e pouco ou nada conhecem a respeito do que ocorre em seus setores. Não que os gerentes precisem cotidianamente acompanharem o que ali se passa, afinal, os supervisores e coordenadores cumprem essa função. Entretanto, não é raro ouvirmos colaboradores dizerem que nunca viram seus gerentes. Isso é inadmissível.
Penso que dessa forma torna-se difícil efetuar o controle devido das atividades realizadas e até mesmo a cobrança frente aos supervisores, coordenadores e encarregados perde o valor, a não ser pela imposição dos valores hierárquicos. Aqueles que acompanham mais de perto continuaam sendo submissos e cumpridores de suas obrigações, emitindo relatórios e comunicando o que se passa no setor. Mas de maneira nenhuma isso será feito por convicções de que a gerência cumpre com seu papel de acompanhamento das atividades, mas repito, somente por questões de hierarquia.
O quadro do Fantástico intitulado "Chefe Secreto", programa exibido aos domingos à noite pela TV Globo, revela o quanto é importante o gerente "descer" ao nível operacional da empresa. Quantas surpresas psitivas e negativas eles encontram quando vêm o trabalho de perto. Como passam a aprender o que os colaboradores realizam diariamente. Como compreendem as dificuldades funcionais e até mesmo pessoais de seus funcionários, estabelecendo nesse momento uma relação mais próxima, que fatalmente gera motivação.
Fica a dica do quanto é indispensável que os gerentes acompanhem mais de perto o que ocorre em suas empresas, principalmente quando o assunto envolve questões operacionais.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Dedicação diária
É necessário dedicação diária
Muito tenho pensado à respeito da importância das tarefas rotineiras que nos dispomos a realizar no ambiente de trabalho, ou pelo menos, que deveríamos cumprir. Digo deveríamos, porque em muitas situações nos deparamos com a extrema necessidade de desenvolver estratégias à longo prazo, deixando muitas vezes aquelas tarefas "menores" e " menos relevantes" por fazer.
Não é minha intenção de modo algum diminuir a importância do planejamento estratégico. Sabemos o quanto é imprescindível planejar as ações da empresa para os próximos anos, se precavendo, inclusive, de mudanças inesperadas que possam ocorrer. O que não pode acontecer de maneira alguma é se preocupar exaustivamente com o planejamento e falhar em sua execução. Isso parece "lugar comum", afinal é lógico dizer que se não colocarmos em prática aquilo que planejamos, nada ocorrerá, mas é a mais pura realidade, quando se trata de tarefas que precisam ser executadas com afinco, todos os dias, de maneira repetitiva, ainda que essas pareçam não oferecer um retorno imediato.
Vindo para o trabalho dias atrás, ouvi uma jovem fazer duras críticas ao seu setor de trabalho, mais precisamente ao seu gerente ou supervisor (não posso precisar com destreza a qual dos dois cargos se referia), que não cuidava de coisas simples, como por exemplo, trocar uma impressora que estava quebrada. E para piorar a situação, ela trabalhava justamente em um setor de impressão de uma Instituição de ensino - creio que uma faculdade. Ela dizia - revoltada - que já não suportava mais ter que se justificar para os alunos quanto ao defeito da máquina e que era comum receber reclamações ásperas por conta disso. Ou seja, esse problema tão "pequeno" estava causando sérios transtornos.
É inevitável que o ser humano se vislumbre com a imaginação, com a capacidade de criar, inovar, se destacar. Fazer o mesmo todos os dias não é garantia de destaque, pelo menos é assim que pensa a grande maioria. Dessa forma, as pessoas querem pensar a grande ideia, aquilo que pode mudar o rumo da organização e assim, as tarefas que precisam ser realizadas e respeitadas dia após dia ficam em segundo plano, sendo que deveriam ter prioridade, afinal, fazem parte das atribuições de cada um.
Imaginemos nossas empresas sendo povoadas por colaboradores que cumprissem exatamente aquilo que lhes é proposto, com extrema dedicação. Imaginemos que tudo seja realizado com o máximo de cuidado possível, mesmo que para isso seja necessário repetir e repetir. O resultado seria excelente e fatalmente os produtos e serviços teriam seus valores aumentados e o trabalho de todos seria facilitado.
Tento imaginar uma reunião de diretoria e gerencia ao fim de um projeto que não deu certo. Muitos alí podem tentar descobrir onde foi a falha e certamente podem pensar que o planejamento foi inadequado ou os recursos foram mal distribuídos. Mas será que alguem pode pensar que a falha ocorreu na ausência de comprometimento em desenvolver as tarefas mais corriqueiras, aquelas que demandam paciência diária. Analisar de que forma temos realizado nossas atibuições de cada dia trará resultados excelentes em um futuro próximo.
Texto publicado em 30/03/2016, por Rodrigo Gusmão de Lima, blogueiro do tendenciasdaadministracao.blogspot.com
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