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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

NOVAS TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO

Texto publicado em 22-01-2015, por Rodrigo Gusmão de Lima, blogueiro do tendenciasdaadministracao.blogspot.com A Administração enquanto ciência evoluiu ao longo dos anos e de um modo que veio a facilitar os processos de trabalhos daqueles que lideram as organizações. Uma prova disso é a área de Organização, Sistemas e Métodos (OSM) que se transformou em suas concepções. Antes preocupada de modo excessivo em propor mudanças a partir da análise rígida da estrutura das organizações, prestando pouca atenção aos fatores tecnológicos e comportamentais. Atualmente essa percepção mudou e a relevância dada às pessoas cresceu consideravelmente. Essa colocação da função do analista de OSM serve apenas como exemplo para apresentar as mudanças ocorridas na Administração. A análise da estrutura das empresas ainda é relevante, mas não como há tempos atrás. Atualmente a preocupação está voltada principalmente ao comportamento humano e à maneira como ele se relaciona em grupo. Cada vez mais os gerentes de nível funcional necessitam manter relações com outros departamentos da empresa e as antigas estruturas engessadas não têm mais espaço. Esse texto não objetiva de modo algum diminuir a importância de se observar as estruturas das empresa, afinal os estudos de Fayol têm utilidade até hoje. Porém, como em toda ciência, a necessidade de evolução existe e nesse caso a tendência é que as relações horizontais venham a substituir as verticais, afinal, a flexibilização e dinamismo tendem a agilizar processos. A função do analista de OSM ainda está presente nas organizações, contudo, em muitos casos os gerentes são figuras importantes para reorganização dos processos não somente de seus departamentos como também dos demais e isso pode aos poucos diminuir a necessidade do serviço desses profissionais. Novas tendências têm invadido o mundo organizacional, demonstrando que as empresas precisam se atualizar e se adequar. Algumas dessas são: arquitetura organizacional, benchmarking, empowerment, gestão pela qualidade total, reengenharia, terceirização, aprendizagem organizacional, gestão com livro aberto, gestão e organização horizontal, gestão e organização reversa, balanced scorecard e coaching e mentoring. Essa ferramentas representam a importância da flexibilização dos processos, como com a utilização da reengenharia; a descentralização, a partir da terceirização; empowerment, que representa maior valorização ao colaborador, explicando apenas algumas. Essas ferramentas não existiam, mas passaram a fazer parte das empresas devido às exigências do mercado. As gerências têm que se permitir aderir concepções inovadoras, ainda que isso demande a ruptura de estruturas rígidas e antigas, mas que não traziam resultados satisfatórios.

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